Gols

Históricas quebras de jejuns, momentos marcantes da Seleção Brasileira em Copas do Mundo, decisões de campeonatos, cobranças de pênaltis… A Sala dos Gols brinca com a memória de torcedores ao apresentar narrações de gols na voz de jornalistas, comentaristas, escritores, atores, cineastas, dentre outros.

Visite o museu e ouça gols inesquecíveis narrados por:

Alberto Helena Jr.

Paulistano do Brás, nascido em 15/11/41, torcedor do São Paulo. Possui mais de meio século de jornalismo. Foi revisor e editor em vários jornais e revistas, como O Cruzeiro, Folha de S. Paulo, Jornal da Tarde, além de ter trabalhado em emissoras de televisão e rádio. Atuou como crítico musical, diretor e produtor de programas musicais na era dos festivais e diretor e apresentador de programas como Show da Noite, na TV Record, e Nosso Jornal e Na Linha do Gol, na Gazeta.
Atualmente é colunista do jornal Diário de São Paulo e comentarista do canal SporTV. Mantém também, desde novembro de 2007, sua coluna no Portal iG Blog do Alberto Helena Jr., onde faz comentários e análises sobre futebol. Além disso, assina as colunas Bola de papel, no Diário de São Paulo, e Bom Dia, Bola, no jornal Bom Dia (SP).
Também é autor do livro Palmeiras: A Eterna Academia.

Aqui no Museu do Futebol você confere o gol mais marcante escolhido por ele, o do jogador Didi na Copa do Mundo de 1958, no jogo entre Brasil x França.
Aníbal Massaini

Nascido na cidade de São Paulo em 1945, começou no cinema em 1961 ao lado de seu pai, Oswaldo Massaíni, na produtora Cinedistri, onde atuou como gerente de produção de filmes como “O santo milagroso” (1966) e “Corisco, o diabo loiro” (1968). Nos anos 70, produziu comédias recordistas de público como “Histórias que nossas babás não contavam” (1979). Em 1980, a Cinearte, onde realizou obras marcantes como “Mulher objeto” (1980), de Silvio de Abreu. Nos anos 2000, produziu e dirigiu o documentário “Pelé eterno”, lançado em 2004, que filme foi selecionado para a mostra Cinéma de la Plage, do Festival de Cannes.


O gol escolhido por Aníbal como o mais marcante é um gol de Denner, da Portuguesa, em uma partida de 1991 entre Portuguesa x Internacional de Limeira.

Armando Nogueira
Torcedor apaixonado do Botafogo, o jornalista Armando Nogueira é um dos cronistas esportivos mais influentes de sua geração. Nasceu em Xapuri, Acre, em 1927. Formou-se em direito no Rio de Janeiro e aos 23 anos de idade iniciou a carreira jornalística na seção de esportes do Diário Carioca. Trabalhou nas revistas Manchete e O Cruzeiro, no Jornal do Brasil, na extinta TV Rio e na Rede Bandeirantes de televisão. Foi diretor do departamento de esportes da Rede Globo de televisão e, de 1966 a 1990, da Central Globo de Jornalismo. Apresentou o programa “Papo com Armando Nogueira”, no canal SporTV. Ao longo de sua vida, participou da cobertura de 15 Copas do Mundo e escreveu dez livros, todos sobre esporte: Drama e glória dos bicampeões (em parceria com Araújo Neto); Na grande área; Bola na rede; O homem e a bola; Bola de cristal; O vôo das gazelas; A copa que ninguém viu e a que não queremos lembrar (em parceria com Jô Soares e Roberto Muylaert), O canto dos meus amores, A chama que não se apaga além de seu mais atual livro chamado “A Ginga e o Jogo”. Dono de um estilo único, romântico e poético, morreu aos 83 anos em 2010.
O gol escolhido por ele – e que você encontra aqui no museu – é o quarto gol do Brasil, na Copa de 1970 no México, contra a Itália, protagonizado por Carlos Alberto.
Arnaldo César Coelho
Carioca de Copacabana, onde começou apitando futebol de praia no início dos anos 1960, aos 16 anos de idade, ingressou na Federação Carioca de Futebol, promovido logo em seu primeiro ano para apitar o campeonato profissional. Entrou para os quadros da FIFA em 1968, onde atuou por 21 anos, período em que apitou duas Olimpíadas (Montreal – 76 e Seul – 88) e duas Copas do Mundo (Argentina – 78 e Espanha – 82), além de outros Campeonatos Mundiais. O ponto máximo de sua carreira foi na Copa do Mundo de 82, em Madri, na Espanha, quando apitou a final da competição. Encerrou a carreira em 1989, quando foi convidado para ser comentarista da Rede Globo de Televisão. É autor do livro “A Regra é Clara”, onde reúne histórias, curiosidades e muitos xingamentos registrados em mais de 20 anos de carreira como juiz. Atualmente, participa do programa Bem, Amigos, do canal SporTV.

O gol escolhido por ele para figurar entre os mais marcantes é o gol de Carlos Alberto, no jogo entre Brasil e Itália, na Copa de 1970 no México.
Daniel Piza

Nasceu em São Paulo em 1970 e estudou Direito no Largo de São Francisco (USP). É jornalista, tradutor e escritor. Começou a carreira de jornalista no O Estado de São Paulo em 1991, onde é editor-executivo e colunista cultural e esportivo, além de ter um blog – Daniel Piza – no site do mesmo jornal. É autor de diversos livros, entre eles Questão de Gosto – Ensaios e Resenhas (Record, 2000), Oras, Bolas – Da Copa ao Penta (Nova Alexandria, 2003) e Machado de Assis – Um Gênio Brasileiro (Imprensa Oficial, 2005), e participou de outros tantos livros, como o 11 Histórias de Futebol (Nova Alexandria, 2006).

Gol escolhido: Sócrates. Final do Campeonato Paulista de 1983, jogo entre Corinthians x São Paulo.
Fernando Calazans
Nasceu no Rio de Janeiro, em 1945. Começou a trabalhar como Jornalista em 1968, no Jornal do Brasil. Trabalhou no extinto Correio da Manhã e no jornal O Globo, retornando ao Jornal do Brasil novamente e, 1976. Em 1988, O Globo novamente, onde passou a assinar a coluna diária de esportes. Participa da cobertura de Copas do Mundo desde a de 1970 – que a fez como repórter. Atualmente, Calazans é da seleção de Jornalistas que fazem o programa Linha de Passe, no canal ESPN Brasil. É autor do livro O Nosso Futebol (Mauad, 1998), coletânea de mais de 80 crônicas bem e mal humoradas escritas num estilo que “dignifica a crônica esportiva”, nas palavras de João Máximo.
Gol: Escolheu alguns gols do Garrincha, pelo Botafogo e pela Seleção.
Galvão Bueno
O narrador esportivo Carlos Eduardo dos Santos Galvão Bueno nasceu em 21 de julho de 1950, no bairro da Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro. Filho de Mildred dos Santos – atriz de sucesso no rádio, teatro e televisão nas décadas de 40 e 50 – e do redator Aldo Viana Galvão Bueno. Começou como comentarista esportivo na Rádio Gazeta na década de 1970 e debutou na TV na Rede Record, em 1977. Na Rede bandeirantes, foi um dos destaques da mesa redonda, ao lado de nomes como João Saldanha, Sandro Moreyra, Luís Lobo, Oldemário Touguinhó, Paulo Stein e Márcio Guedes. Estreou na Rede Globo de Televisão em 1981, tendo presenciado em sua carreira alguns dos momentos mais importantes do esporte brasileiro, como os títulos de Ayrton Senna e Nelson Piquet na Fórmula 1, as Copas do Mundo de 1994 e 2002 vencidas pelo Brasil e muitas outras conquistas em Olimpíadas e Jogos Pan-Americanos. Atualmente apresenta também o programa Bem, Amigos! no canal esportivo SporTV.
Gol: Não escolheu apenas um gol, escolheu a decisão por pênaltis da Copa de 1994, jogo entre Brasil x Itália.
José Roberto Torero
José Roberto Torero Fernandes Júnior, nascido em 1963, é santista de cidade e de time. É escritor, cineasta, roteirista, jornalista e colunista de esportes. No Jornal da Tarde (SP), iniciou sua carreira de cronista e depois começou a escrever para revista Placar textos sobre futebol. Desde 1998, é colunista da Folha de S. Paulo.
Formou-se em Letras e Jornalismo pela USP. É roteirista de dez curtas-metragens, entre eles Uma História de Futebol e sete roteiros de longas, como o Pelé Eterno e Pequeno Dicionário Amoroso. Na tevê, durante nove anos escreveu roteiros para o programa Retrato Falado, exibido no Fantástico, com Denise Fraga. É autor de vinte e quatro livros, sendo que seu romance de estréia, O Chalaça (Prêmio Jabuti, 1995), foi eleito o livro do ano pela Câmara Brasileira do Livro. É autor de Terra Papagalli e Xadrez, Truco e Outras Guerras, romance sobre a ira (coleção Plenos Recados).

Gol: Léo – Final do Campeonato Brasileiro de 2002, entre Santos x Corinthians.
Juarez Soares
Juarez Soares, de 55 anos, é formado em pedagogia, mas nunca exerceu a profissão. Começou no jornalismo em 1958 quando ingressou na rádio Cultura de Lorena (SP). Em agosto de 1961, ele fez um teste nas Emissoras Associadas e foi contratado como repórter esportivo. Trabalhou para as rádios Gazeta, Globo e Tupi, para onde foi levado por Pedro Luís, um dos principais locutores esportivos da época, passando a fazer parte da “Equipe 1040″, que marcou época na história do rádio brasileiro. Comandou juntamente com Osmar Santos o programa Balancê, na Excelsior, que unia humor e esporte. Atuou como repórter na Rede Globo na década de 70 até o início dos anos 80, participando da cobertura da Copa do Mundo de 1982, após a qual deixou a emissora. Passou sete meses pela Record, antes de ir para a Bandeirantes. Na emissora, integrou a equipe do Show do Esporte por 11 anos. Em 1994, transferiu-se para o SBT, onde trabalhou até 2007. Fez parte do “time” do Cartão Verde, da TV Cultura, e foi colunista do site de esportes da Terra. Posteriormente, retornou à Record, tanto como participante do Debate Bola na TV quanto comentarista e apresentador na rádio. Atualmente, é comentarista do programa Papo de Craque, na rádio Transamérica.
China, como também é conhecido, é autor do livro “Os Meninos da Folha da Tarde” (Editora Porto de Ideias), escrito juntamente com Miguel Terra, Celso Brandão, Albino Castro, Edgard Soares e Flávio Adauto, parte do grupo de jornalistas que, ainda meninos, revolucionaram a cobertura esportiva nos anos pesados do regime militar.

Gol: Campeonato Paulista (06/03/1968) jogo entre Corinthians x Santos. Gol de Paulo Borges, do Corinthians.
Juca Kfouri
O corintiano José Carlos do Amaral Kfouri nasceu em 04/03/1950, em São Paulo-SP. Cursou Ciências Sociais na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – período em que foi trabalhar no departamento de Documentação (DEDOC) da Editora Abril, em 1970, onde chegou a chefe. Em 1974, tornou-se chefe de reportagem da revista Placar, cargo que ocupou até 1978 quando foi para a TV Tupi como diretor de esportes, onde permaneceu por três meses. Depois voltou a Abril, tornando-se diretor da Placar.

Sem deixar de lado a arte e a magia do jogador brasileiro, Juca adotou um trabalho investigativo nas páginas da revista e os porões do esporte foram desvendados – como em 1982 quando organizou uma matéria que denunciava a chamada “Máfia da Loteria Esportiva”, na qual jogadores eram comprados por apostadores, a fim de garantir os resultados dos jogos em favor das apostas.

Foi comentarista da TV Record (1982), do SBT (1984-1987) e da Globo (1988-1994). Participou do programa Cartão Verde, na TV Cultura, juntamente com Flávio Prado, José Trajano e Armando Nogueira. Em 2000, foi para a RedeTV!, onde apresentou o Bola na Rede. Atualmente participa do Linha de Passe, no canal ESPN Brasil, além de fazer o programa Juca Entrevista, no ESPN Internacional. Também escreve na coluna de esportes do jornal Folha de São Paulo e mantém o Blog do Juca.

É autor de A Emoção Corinthiana (1982), Corinthians, Paixão e Glória (1996), Meninos, Eu vi… (2003), O Passe e o Gol (2005).

Gol: Basílio no jogo Corinthians x Ponte Preta (1977), fim do jejum corintiano.

Lima Duarte
O são-paulino Lima Duarte, nome artístico de Ariclenes Venâncio Martins, nasceu no dia 29 de março de 1930 no interior de Minas Gerais. Começou sua carreira na TV Tupi, atuando na primeira novela da televisão brasileira Sua Vida me Pertence (1951). Foi contratado pela TV Globo, onde está até hoje, tendo participado de inúmeras novelas e consagrando vários personagens que entraram para a história da tevê como Zeca Diabo (O Bem-Amado), Sinhozinho Malta (Roque Santeiro), Sassá Mutema (O Salvador da Pátria), entre outros. Em 1984, assumiu por quatro anos o comando do programa Som Brasil, no lugar de Rolando Boldrin.
Também fez dublagens de desenhos da Hanna Barbera, como Manda-Chuva e Wally Gator. Além disso, participou de peças de teatro, como Arena Conta Zumbi.

Gol: Maurinho (SPFC) – Decisão do campeonato de 1957 entre São Paulo X Corinthians
Marcelo Tas
Nascido em 1959, em Ituverava (SP), o torcedor do Santo F. C. Marcelo Tristão Athayde de Souza é uma das personagens mais polivalentes da mídia brasileira, tendo sido repórter, ator, apresentador, roteirista e diretor de diversos programas de televisão e rádio. Graduado em engenharia civíl pela Escola Politécnica da USP em 1982, logo embarcou no ramo da televisão, entrando para a TV Gazeta, onde fazia o personagem Ernesto Varela, um reporter fictício que ironizava personalidade políticas da época da abertura.
Fez parte também da TV Globo, atuando no programa Video Show, além de participar da criação do Programa Legal, Casseta e Planeta e Tele Educação (diretor de criação). Na TV Cultura, fez personagens que marcaram época como o Professor Tibúrcio (Rá-Tim-Bum) e Telekid (Castelo Rá-Tim-Bum), além de atuar como âncora do programa Vitrine. Foi colunista do jornal O Estado de São Paulo.
Atualmente é âncora do programa Custe O Que Custar, da rede Bandeirantes, e do Plantão do Tas, no Canal Cartoon Network. Também escreve em seu blog (Blog do Tas) e é colunista das revistas Crescer e IstoÉ.
É autor de Nunca Antes Na História desse País (2010) e É Rindo Que Se Aprende (2011).

Gol: de Jairzinho na Copa de 1970, jogo entre Brasil x Inglaterra.
Marco Mora
Atual diretor de esportes da Rede Globo, já trabalhou em diversos programas da casa, como Jornal Nacional e Esporte Espetacular.
Gol: Paolo Rossi. Copa de 1982. Brasil x Itália.
Nelson Motta
Nasceu em São Paulo em 1944, mas passou a maior parte da vida no rio de janeiro, para onde se mudou quando criança. Jornalista, é também compositor, escritor, roteirista e produtor musical, sendo considerado uma das figuras mais influentes da moderna música popular brasileira, tanto como produtor quanto crítico. Participou de festivais nos anos 1960 e esteve próximo das gerações da Bossa Nova, Tropicália e do Rock dos anos 80. Produziu o Hollywood Rock, lançou artistas como Marisa Monte e produziu dezenas de discos de vários artistas, como Lulu Santos, Gal Costa, Daniela Mercury, Ed Motta, Djavan, entre outros. Também idealizou programas de TV como “Armação Ilimitada” (1985). É autor de cerca de trezentas músicas, entre elas Como uma Onda e Dancin’ Days, e de quatorze livros, entre eles Vale Tudo – O Som e a Fúria de Tim Maia (2007) e o best-seller Noites Tropicais (2000).
Foi colunista dos jornais Última Hora (1968), O Globo (1973 a 1980 e depois de 1995 a 2000) e Folha de São Paulo (2003 a 2009). Integrou por oito anos a mesa do programa “Manhattan Connection”, da GNT/Globosa. Atualmente se dedica à sua revista musical online “Sintonia Fina”.

Gol: Os 3 gols do Rivellino em sua estréia no Fluminense, em 75. Fluminense fez 4 a 1 no Corinthians
Paulo Bonfá
Nascido em 1972, Paulo Bonfá é bacharel em Administração (FGV) e Economia (USP), com extensão em Marketing (San Diego State University) e MBA em Comunicação (ESPM). Começou no rádio em 1991 na USP FM, passando pela 89FM, Jovem Pan, Transamérica e BandNews. Na televisão, apresentou o programa Rockgol, projeto inovador e premiado que mistura futebol e humor na grade de programação da MTV. Em 2010, Paulo também realizou sua terceira cobertura de uma Copa do Mundo, pela segunda vez “in loco”, direto da África do Sul, com o reality-show diário Paulo Bonfá na África. Também passou pela Rede TV! e Rede Bandeirantes. Atualmente, o palmeirense apresenta o programa diário Totalmente Excelente, veiculado nacionalmente pela Rede Oi FM, e também faz parte da equipe do SporTV.
Gol: Final do campeonato paulista de 1993, jogo entre Palmeiras x Corinthians – gol de Evair.
Roberto Benevides
Roberto Benevides começou no jornalismo aos 16 em Fortaleza. Vive em São Paulo desde 1966, tendo morado no Rio de Janeiro por algumas vezes. Trabalhou em diferentes editorias do Jornal do Brasil, Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, Veja e Exame. Participou do lançamento das revistas VIP e Época e montou a editoria nacional do JB, o caderno de esportes do Estadão e o site Netgol.com. É um dos colaboradores da primeira edição da revista Os Brasileiros. Manteve uma coluna no extinto site NoMínimo. É editor de Esportes do Diário do Comércio.
Gol: Taça Rio de 1977, jogo entre Vasco x Flamengo, gol de Roberto Dinamite.
Ruy Castro
Nasceu na cidade de Caratinga, Minas Gerais, em 1948. Começou como repórter em 1967, no Correio da Manhã (RJ), passando pelos principais veículos da imprensa do Rio de Janeiro e de São Paulo. Já no fim da década de 1980, passa a se dedicar à produção de livros, trabalho que o consagrou um dos escritores brasileiros mais respeitados da atualidade. Publicou, entre muitos outros, as obras de reconstituição histórica, sobre a Bossa Nova, Ipanema e o Flamengo, e as biografias de Carmen Miranda, Nelson Rodrigues e Garrincha, sendo que esta, intitulada Estrela Solitária, lhe rendeu um dos quatro prêmios Jabuti que ganhou ao longo de sua carreira. Parte de sua produção jornalística foi reunida em livros, como Um Filme é para Sempre (sobre filmes). Possui uma minifotobiografia intitulada Álbum de Retratos – Ruy Castro (2008). Mantém uma coluna na rádio BandNews FM.
Gol: Final do Campeonato Carioca de 1978, jogo entre flamengo x Vasco, gol de Rondineli.
Sergio Noronha
O veterano radialista brasileiro, nasceu em 1932. Foi redator, editor de esportes, secretário de redação e colunista. Iniciou a carreira no jornal O Cruzeiro, em 1954. Participou da cobertura da Copa do Mundo de 1950, e de muitas outras depois desta. Trabalhou em vários jornais, como o Última Hora e Jornal do Brasil, e em diversas rádios, como a rádio Tupi e a Globo. Na televisão, o flamenguista fez parte da TV Tupi, TV Rio, TV Educativa, Globo e Bandeirantes, além de ter atuado no SporTV e no PFC (ambos canais Globosat) como comentarista esportivo. Atualmente, escreve para o site Monstros do Futebol.
Gol: Copa do Mundo de 1978, jogo entre Brasil x País de Gales, gol de Pelé.
Walter de Mattos Júnior
Jornalista, formado em Economia, é presidente do Grupo Lance!, que inclui o diário impresso Lance!
Gol: Nunes, final do campeonato brasileiro entre Flamengo x Atlético Mineiro.